Federação das Unimeds da Amazônia

MZ: R.Amapá 374 - Manaus / FL: Tv. Humait, 2778- Belém

MANAUS-AM - CEP: 69053150

CNPJ: 84.112.481/0001-17

Dezembro Vermelho: Luta contra à AIDS

Dia Mundial de Luta contra à AIDS  internacionalmente definido como o dia 1° de dezembro, é uma data voltada para alertar toda a sociedade sobre a Síndrome da imunodeficiência adquirida (SIDA), assim como reforçar a solidariedade, a tolerância, a compaixão e a compreensão com as pessoas infectadas pelo HIV/aids.

A data foi escolhida pela Organização Mundial de Saúde e é celebrada anualmente desde 1988 no Brasil. A cor vermelha do laço, por sua vez, foi escolhida por causa de sua ligação ao sangue e a ideia de paixão pelo próximo.

 

A DOENÇA

A síndrome da imunodeficiência adquirida (aids, na sigla em inglês) é uma doença infectocontagiosa para a qual ainda não existe cura. Ela é causada pelo HIV, vírus da imunodeficiência humana, que invade e destrói células de defesa conhecidas como T-CD4, responsáveis por organizar a resposta imunológica. Sem essa proteção, o organismo fica mais suscetível a diversas infecções oportunistas, como herpes, tuberculose, pneumonia, candidíase e meningite.

A Aids é uma doença que não mata por si só, ou seja, não se morre de Aids, morre-se das complicações geradas pelas doenças oportunistas. No entanto, evolução dos tratamentos deu à Aids um status de condição crônica — como tal, exige muitos cuidados, mas não impede ninguém de ter uma vida plena e longa.

Se a pessoa infectada pelo vírus realizar o diagnóstico precoce, tomar os remédios e levar um estilo de vida saudável, cai muito o risco de a síndrome que arrasa as defesas se manifestar.

 

SINTOMAS

Geralmente de três a seis semanas após a infecção pelo HIV podem aparecer sintomas não específicos como:

Febre e mal-estar que lembram uma gripe;
Fraqueza;
Diarreia; e
Gânglios aumentados
.

Após um tempo da invasão do HIV, consequências mais graves aparecem como: Perda de peso;

Anemia;
Perda de memória;
Dificuldade de concentração; e
Doenças oportunistas
(hepatites, tuberculose, pneumonia, toxoplasmose, candidíase e sarcoma de Kaposi, um tumor de pele).

 

FATORES DE RISCO

Sexo desprotegido (sem preservativo);
Compartilhamento de materiais contaminados (seringas entre usuários de drogas, por exemplo);
Procedimentos hospitalares que não observam recomendações técnicas contra a infecção;
Transmissão pelo parto (quando não são respeitados os cuidados médicos exigidos) ou pelo Aleitamento materno por mãe infectada.

 

PREVENÇÃO

Usar sempre o preservativo durante o sexo;
Não compartilhar seringas, agulhas e objetos cortantes;
Tatuagens e piercings devem ser feitos com material descartável;
Realizar periodicamente o teste de HIV, disponibilizado em postos de saúde gratuitamente.

Grávidas infectadas precisam iniciar o tratamento quanto antes para que seja possível evitar a disseminação do HIV para a criança ao longo da gravidez na hora do parto.

Pessoas que se expuseram a situações de risco podem ser encaminhadas à Profilaxia Pós-Exposição (PEP), em que são administrados medicamentos para conter a infecção inicial.

 

DIAGNÓSTICO

Dois exames de sangue são usados para detectar a presença de anticorpos contra o HIV: No convencional, chamado Elisa, o resultado sai em alguns dias. Já no teste rápido – oferecido gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde, nas unidades da rede pública e nos Centros de Testagem e Aconselhamento (CTA) –, é possível obter a resposta em 30 minutos. Ambos os métodos são realizados depois de passadas duas a seis semanas da suspeita de contágio, tempo que as defesas do corpo levam para criar os anticorpos contra o vírus.

Se o Elisa ou o teste rápido derem positivo, essa informação deve ser confirmada em novo exame. Numa segunda avaliação, normalmente emprega-se o Western Blot, método mais preciso e complexo e, portanto, mais caro. Ele é necessário, porque enfermidades como artrite reumatoide, lúpus e alguns tipos de câncer podem interferir no processo e gerar um resultado falso positivo.

 

TRATAMENTO

Embora não se tenha chegado à cura, hoje já é possível falar em controle total da aids. Se a descoberta da presença do HIV ocorre logo após a infecção, os danos ao sistema imunológico são mínimos.

Com o coquetel anti-HIV, uma combinação de drogas que atacam o vírus em diferentes estágios, as defesas do portador não vão ruir e, consequentemente, ele evita as complicações derivadas da imunodeficiência.

O acompanhamento médico é fundamental para monitorar possíveis alterações causadas pelo medicamento nos rins, fígado e intestino, além do aparecimento de doenças metabólicas como o diabetes.

Quando há suspeita de contato com o vírus – em relação sexual sem proteção, por exemplo –, a recomendação é partir para a profilaxia pós-exposição. Popularmente conhecido como “coquetel do dia seguinte”, o tratamento deve ser iniciado entre duas e 72 horas após a exposição ao HIV.

Unimed Fama
icone
COVID-19, saiba mais!